segunda-feira, 30 de novembro de 2009

RELATÓRIO DA OFICINA DO TP2

GESTAR II 2009 - PROGRAMA DE GESTÃO DA APRENDIZAGEM ESCOLAR

RELATÓRIO DA OFICINA DO TP2

Formadora: Rita de Cássia Rodrigues Souza
Formadora – UNB: Rosa Maria Olimpio
Programa Gestão da Aprendizagem Escolar – GESTAR II
DIREC 18
Itaberaba – BA

GESTAR II - Língua Portuguesa

Oficina TP 2 Unidade 6
Assunto: Gramática, tipos de ensino e análise lingüística
Data- 24/11/2009
Horário: 08: 00
Carga Horária: 240


Roteiro da Oficina:
1-ACOLHIMENTO
2-SENSIBILIZAÇÃO
3-DISCUTINDO CONCEITOS
4-DINÂMICA PARA A FORMAÇÃO DE GRUPOS
5-FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
6-ANÁLISE DE TEXTO DO ALUNO
7-SISTEMATIZAÇÃO
8-LEITURA E ANÁLISE DE TEXTO
9-MOBILIZAÇÃO PARA A PRÓXIMA OFICINA
10-AVALIAÇÃO DA OFICINA

OBJETIVO: Discutir as concepções de gramática, tipos de ensino e análise lingüística.

ACOLHIMENTO:
Após as boas vindas entreguei aos cursistas a cópia do poema “Criação”, solicitei que fizessem a leitura e fizemos uma breve discussão a respeito do poema lido. Infelizmente o vídeo “Aula de Português”, sobre a reforma ortográfica não abriu, mas uma vez a tecnologia falhou, por isso fiz um pequeno comentário sobre o vídeo e combinei com os cursistas que o enviaria por e-mail para todos. Apresentei-lhes o objetivo e o roteiro da oficina. Já havia afixado, nas paredes da sala, excertos de poemas ou declarações de autores famosos sobre Gramática. Leram alguns excertos e comentaram a respeito dos mesmos.

Desenvolvimento da oficina
Para mobilizar os conhecimentos prévios dos cursistas, perguntei-lhes o que esperavam encontrar num texto como o seguinte enunciado: “Morda a Minha Língua”? E em quais gêneros textuais? Foram pertinentes as afirmativas a respeito do tema abordado. Por motivos técnicos, não foi possível ouvirmos a música “Morda minha língua” de Eliana Printes. Fizemos a leitura da cópia da letra e houve uma discussão . Depois de ouvida a música, provoqueI uma reflexão a partir das seguintes questões:
a) De que fala a letra da música?
b) Que sentidos você observa no verso “Fale minha língua, morda minha língua”?
c) E em “No meio da bobeia desse baticum”?
d) Você pode estabelecer uma relação entre a letra da música e o dia-a-dia do professor?
e) Você trabalharia esta música com alunos de 5a a 8a série? Como?
Houve muitas discussões neste momento e os cursistas comentaram que trabalhar com a gramática contextualizada é um desafio. Concluíram que o ensino da gramática deve ser natural para que o aluno possa incorporar isso no dia- a -dia e, portanto o professor deve criar oportunidades para que os alunos ampliem cada vez mais seus usos de língua e percebam a beleza da variedade lingüística e que a partir dessa letra de música “Morda minha língua” é possível trabalhá-lha paralela às letras de músicas como de Caetano, poemas de Drummond e outros mais.
Para mobilizar os conhecimentos prévios dos cursistas sobre gramática, entreguei-lhes meia folha de papel de oficio em branco e pedi-lhes que escrevessem a palavra gramática e o seu significado. Após a apresentação do que escreveram passei uma caixinha com as palavras que tratam sobre as “Concepções de Gramática” e “Tipos de Ensino” para formar os grupos. Após as colocações refletimos sobre as três concepções da gramática: a interna, a descritiva e a normativa. Pois, no ensino-aprendizagem da língua, é fundamental a consideração da gramática interna, uma vez que o trabalho com a língua pode ser feito a partir dela, deve-se procurar ampliá –la. É essencial que o professor perceba que o aluno deve conhecer e ler textos diferentes e ser convidado a produzí-los e certamente ampliará sua gramática interna.
Convidei-os a lerem o texto de referência do TP2 “Questões ligadas ao ensino da gramática”, páginas 36 e 37 e entreguei-lhes uma questão para ser discutida do anexo 5. Logo após a socialização, entreguei aos grupos um texto produzido por um aluno para que fosse analisado seguindo o comando do anexo 7. Depois de analisarem o texto produzido pelo aluno, os cursistas sugeriram situações comuns de sala de aula e discutiram de que maneira trabalhariam as “incorreções” dos alunos.
Depois da socialização, convidei-os a refletirem sobre a postura do professor de Língua Portuguesa, em sala de aula com os seguintes questionamentos:
- Quais estratégias você utiliza para que seu aluno leia, entenda e aplique as recomendações que você sinaliza no texto dele?
- Que importância é dada às atividades de análise lingüística?
- Como deve ser o trabalho com a gramática?
No momento da sistematização, utilizei os slides do anexo 8 e a seguir entreguei-lhes um envelope contendo partes de uma frase da sugestão 1 – jogo rápido - para que fizessem a montagem organizando os períodos de forma diferente de acordo com os comandos:
1-Priorizando a idéia de concessão.
2-Priorizando a idéia de companhia.
3-Priorizando a idéia de modo.
4-Priorizando as ações desenvolvidas pelo sujeito.
Esta atividade foi muito prazerosa e significativa, porque reforçou as discussões sobre como trabalhar a gramática normativa em sala de aula. Usando o slide do anexo 12 – imagem do espelho- instiguei-os sobre questões da avaliação e auto-avaliação, mobilizando-os para a próxima oficina de avaliação: Como tenho me visto enquanto cursista do GESTAR? Como tenho visto o trabalho do meu formador?
Por fim, realizamos a avaliação da oficina, que foi bastante importante, porque proporcionou discussões relevantes a respeito da gramática e houve trocas de experiências e sugestões riquíssimas para serem trabalhadas em sala de aula tornando as práticas pedagógicas mais gratificantes, porque nós professores somos vencedores de sonhos e nós também temos a incumbência de transformar a escola no local privilegiado em que se mostram e se indicam caminhos a serem percorridos.

domingo, 29 de novembro de 2009

fotos TP1



FOTOS OFICINA DO TP1







RELATÓRIO DA OFICINA DO TP1

GESTAR II 2009 - PROGRAMA DE GESTÃO DA APRENDIZAGEM ESCOLAR

RELATÓRIO DA OFICINA DO TP1


Formadora: Rita de Cássia Rodrigues Souza
Formadora – UNB: Rosa Maria Olimpio
Programa Gestão da Aprendizagem Escolar – GESTAR II
DIREC 18
Itaberaba – BA

GESTAR II - Língua Portuguesa

Oficina TP 1 Unidade 1 e 2
Assunto: Variedades lingüísticas
Data- 17/11/2009
Horário: 08: 00
Carga Horária: 240 MINUTOS

Roteiro da Oficina:
1-ACOLHIMENTO
2-SENSIBILIZAÇÃO
3-FORMAÇÃO DE GRUPOS
4-ATIVIDADE EM GRUPO
5-FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
6-SISTEMATIZAÇÃO
7-MOBILIZAÇÃO PARA A PRÓXIMA OFICINA
8-AVALIAÇÃO DA OFICINA

OBJETIVO: Discutir as variantes lingüísticas: dialetos, registros e equívocos.

Acolhimento:
Barbaridade, tchê! A Oficina do TP1 sobre “Variedades lingüísticas”, uai! Foi um trem bão dimais sô. Oxente! Pois, depois das boas vindas, apresentei o roteiro e o objetivo da oficina. E para acolher os cursistas e sensibilizá-los passei o vídeo “Nós mudemos”, momento muito significante, pois após o vídeo todos comentaram sobre as responsabilidades de um professor em sala de aula, porque se trabalha com vidas e somos responsáveis pelo futuro do aluno. Todos ficaram emocionados com a narrativa da professora, que não soube conduzir, mediar a situação vivida pelo seu aluno Lúcio e muito tempo depois se vê diante de uma cena tão sofrida. Assistimos também ao vídeo “Cordel do fogo encantado” para descontrair o momento das emoções vivido por todos. Fizemos também algumas reflexões sobre as “Gírias na Academia Brasileira de Letras” (anexo 1). O resultado foi maravilhoso! Rimos bastante com as leituras das gírias.
Desenvolvimento da oficina:
O momento da sensibilização foi muito interessante, pois ao apresentar as frases em internetês alguns cursistas conseguiram entender o que diziam as frases e em que momento são usadas, pois a maioria são usuários da internet e discutem também em sala de aula com seus alunos essa linguagem da tecnologia. Em seguida fiz a leitura da “Declaração de amizade” e as discussões foram excelentes, pois acreditamos que a língua é um sistema aberto, o que possibilita uma grande variedade de usos. Assim, ao lado de regras sistemáticas que todos os seus falantes devem seguir, aparecem as variantes da língua, que podem referir-se ao uso de um grupo ou ao uso de cada locutor, no momento da interação.
Solicitei que formasse os grupos de acordo com a fichinha recebida do anexo 3:
a)Criança, oito anos, colega de Paulinho;
b)Professor de Paulinho;
c)Linguista convidada: “Madrinha de Paulinho”;
d)Mãe de Paulinho, sem instrução;
Após as discussões em grupo e socialização, por unanimidade, concluiu-se que a língua é um sistema aberto e tão rico que possibilita uma grande variedade de usos. Assim, ao lado de regras sistemáticas que todos os seus falantes devem seguir, aparecem as variantes da língua, que podem referir-se ao uso de um grupo ou ao uso de cada locutor, no momento da interação. A língua varia entre os diferentes falantes em relação à época, em relação à classe social, a região geográfica, individualmente a partir das diferentes situações comunicativas. Em seguida os grupos fizeram a leitura do texto “Variações Lingüísticas” dividido da seguinte forma:

•Grupo 1 – Variações lingüísticas: níveis e tipos; Variação Dialetal /Variação Regional;
•Grupo 2 – Variação de caráter Social e profissional e variação etária;
•Grupo 3 – Variação de registro e grau de formalismo; Modalidades de uso e sintonia ;

O momento dessa socialização foi sensacional, pois os cursistas relataram situações de vivências de preconceito linguístico e relembraram o slide “Nós mudemos” discutido anteriormente e fizemos mais uma vez a reflexão sobre a prática dos professores em sala, porque trabalham com vidas e a palavra exerce poder.
Sugeri que os professores desenvolvessem atividades com textos onde os alunos possam fazer o reconhecimento dos diversos dialetos e aos pouco ir diminuindo o preconceito, que em geral alguns têm em relação as variantes lingüísticas menos prestigiadas socialmente, pois uma das variantes de dialeto não é melhor nem pior do que qualquer outra. Em seguida, fizemos a comparação da classificação apresentada pelo grupo com o quadro de Dino Preti e concluímos que é fundamental criar oportunidades para que os nossos alunos trabalhem textos que exemplifiquem diversas situações de comunicação, em que registros e dialetos diferentes apresentem-se para a sua reflexão e discussão e como ponto de partida para a produção de textos diversificados. Pois, esse é o maior objetivo do ensino da língua, desenvolver no sujeito a competência para a leitura e produção de textos.
Para fortalecer e ilustrar as discussões a Oficina do TP1 apresentei alguns trechos do slide “Além mar” com depoimentos e entrevistas dos falantes dos países lusófanos. Após o slide, num clima bem descontraído solicitei que fizessem a avaliação da oficina seguindo a ficha da avaliação sugerida. E como sempre nos despedimos com a certeza de que esse momento de estudos e reflexões é muito significativo e gratificante para as nossas ações pedagógicas.

RELATO DE ATIVIDADE= CURSISTA- NÁDIA

GOVERNO DO ESTADO DA BAHIA
SECRETARIA DA EDUCAÇÃO
DIRETORIA DE EXPERIMENTAÇÃO E FORMAÇÃO EDUCACIONAIS PROGRAMA GESTAR

GESTAR II
2009/2010 RELATO DE ATIVIDADE 1
TP nº. 3

Formador: Rita de Cássia Rodrigues
Data: 29.09.09

1. Identificação do Cursista

Nome: Nádia Lima Aragão
Pólo: Itaberaba
Turma (no Gestar):

Escola: Colégio Lauro Farani Pedreira de Freitas
CIDADE - IAÇU - BAHIA
Disciplina: Língua Portuguesa

2. Dados realização
Escola: Colégio Lauro Farani Pedreira de Freitas
Série: 7ª Turma: A Quantidade de alunos: 23 Turno: Matutino
Nome da Atividade:
TP: 3 Unidade: 9 Seção: 1 e 2 Pág.(s): 15,16,17,18,31
Nomes dos cinco alunos selecionados para a amostragem de desempenho na aprendizagem 1.Edvania
2.Neilton
3.Maiane
4.Jaqueline
5.Lainá
Tempo de realização: número de aulas: 4
Quantidade de horas: 200 MINUTOS
Conteúdos trabalhados: Trabalho

Objetivos da atividade:
*Discutir o conceito de trabalho
*Reconhecer os vários tipos de trabalho e de trabalhadores
*Reconhecer a importância do trabalho de cada um dentro da sociedade
Discutir a importância da segurança no trabalho, do poder aquisitivo na correspondência dos tipos de trabalho e da discriminação sofrida por algumas classes de trabalhadores.
*Perceber que o trabalho é um bem

Recursos utilizados:
Livro, textos, gravuras, caderno, quadro e giz
Estratégias de organização espacial da sala de aula:
A sala organizada em semi-círculo

5. Execução e avaliação da atividade
5.1. Desenvolvimento:

Primeiro momento:
Distribuição da atividade digitada (referente a ativ. Do TP3. págs. 15 e 16)em que é solicitado que os alunos descrevam as imagens com a definição de sua representação. Na mesma atividade os alunos responderão quais das figuras representam pessoas trabalhando.

Segundo momento:
Os alunos refletirão sobre o que eles consideram que é trabalho, escrevam os seus conceitos numa folha de papel e em seguida representarão o mesmo conceito sob forma de desenho. Após a realização da atividade todos socializarão os seus conceitos.

Terceiro momento:
Os alunos sentados em semi-círculo e a professora proporá uma discussão após a leitura das questões sugeridas no TP3, pág. 18.

Quarto momento:
Todos em círculo e atentos para acompanhar a leitura realizada pela professora a respeito da fábula de La Fontaine –A Cigarra e a Formiga. Em seguida todos darão sua opinião a respeito do sentido da história, dos tipos de trabalho relatado na fábula, dos preconceitos, da valorização e desvalorização de algumas profissões e sobre o final da história.

5.2. Reflexões críticas do professor sobre a atividade desenvolvida:
As atividades desenvolvidas atenderam satisfatoriamente os objetivos propostos
5.3. Avaliação crítica sobre as estratégias utilizadas pelos alunos para a realização da atividade:
Os alunos realizaram dentro do esperado as atividades propostas.

RELATO DA ATIVIDADE TP4 - cursista- ELIETE

GOVERNO DO ESTADO DA BAHIA
SECRETARIA DA EDUCAÇÃO
DIRETORIA DE EXPERIMENTAÇÃO E FORMAÇÃO EDUCACIONAIS PROGRAMA GESTAR

RELATO DO PROFESSOR CURSISTA
ELIETE OLIVEIRA ANDRADE CEZAR
Wagner – BA
2009
Relato de atividade 2 apresentado à Professora Rita de Cássia, Formadora do curso gestar II, Lingua Portuguesa. Como requisito de avaliação
Orientadora: Professora, Rita de Cássia.

GESTAR II
2009/2010 RELATO DE ATIVIDADE 2
( Professor Cursista) TP nº. 04
Formador: Rita de cássia Rodrigues Sousa Data:20/10/2009
1. Identificação do Cursista
Nome:Eliete Oliveira Andrade Cezar Pólo:Itaberaba Turma: 01
Escola: Colégio Estadual de Itaberaba Disciplina:Lingua Portuguesa

4.Dados realização
Escola:Instituto Ponte Nova
Série: 8ª Turma: B Quantidade de alunos: 30 Turno: Vespertino
Nome da Atividade: A cidade
TP: 04 Unidade: 14 Seção: 03 Pág.(s): 94 e 97
Nomes dos cinco alunos selecionados para a amostragem de desempenho na aprendizagem 1. Cristiane Pereira de Oliveira
2. Elizângela Silva Souza
3. Jéssica Aniele A. R. Ferreira
4. Polyana Oliveira dos Santos
5. Thayana Alves da Silva
Tempo de realização: número de aulas: 05
Quantidades de horas: 04 hs e 10 minutos.
Conteúdos trabalhados: Leitura
Escrita (produção textual).

.Objetivos :.
•Mostrar prazer e entusiasmo durante a leitura individual e coletiva.
•Valorizar os vultos históricos da cidade
•Demonstrar aquisição de conhecimentos sobre a história de sua cidade ao realizar produções escritas.
•Reconhecer as tipologias textuais utilizadas nas aulas.
Recursos utilizados: Recursos humanos (professores, alunos, funcionários, moradora da comunidade.
Recursos materiais (aparelho mycrossistem, CDs, murais, papel metro, pincéis atômicos , materiais do professor, do aluno, e material do gesta
Estratégias de organização espacial da sala de aula: Cadeiras em círculo para a realização das atividades.
Murais (com textos poéticos: poesia e música) expostos na lousa.
5.Execução e avaliação da atividade
5.1 – Desenvolvimento
Atualmente uma questão debatida no cenário educacional refere-se à prática de leitura e escrita nas séries finais do ensino fundamental. Atenta-se a estas necessidades de melhoria na educação, meus conhecimentos foram ampliados com o gestar II melhorando o nível de aprendizagem dos alunos, pois o material do gestar veio subsidiar a qualidade e desempenho de minha prática educativa.
Ao trabalhar com o tema cidade e o texto poético: Cidadezinha Qualquer de Carlos Drumond de Andrade, proposto pelo gestar foi valioso, pois enriqueceu nossos conhecimentos sobre a história de nossa cidade – Wagner que não é uma cidadezinha qualquer, porque possui sua historia e suas marcas.
Exposição na sala (lousa) murais com o texto poético de Drumond (Cidadezinha Qualquer) e com a música Tocando em frente de Almir Sater, cd e aparelho mycrossistem. Lemos os textos ouvimos a música e depois cantamos. Logo após numa conversa descontraída interpretamos o poema, relacionamos com nossa cidade, onde os alunos falaram pontos positivos e negativos da mesma. Relataram oralmente seus conhecimentos prévios sobre a história de nossa cidade, neste momento houve a contextualização em que os alunos analisaram e compararam o que tínhamos e o que temos, na saúde, educação e lazer confrontando com nossa realidade atual. Foi realizada também uma entrevista com a professora Natalia Hora, moradora de nossa cidade, ex-aluna, ex-professora, e ex-vice diretora de nossa escola, Instituto Ponte Nova, a qual nos informou bastante sobre a história de nosso município. Esta atividade foi muito proveitosa e enriquecedora, os alunos ficaram maravilhados, pois intensificaram seus conhecimentos .


No momento da sistematização das informações adquiridas os alunos demonstraram que realmente aprenderam, porque cada um construiu texto em prosa comprovando que ampliaram os conhecimentos, finalizando as atividades, fizeram relatos por escrito das estratégias e a avaliação crítica das mesmas.
5.2 – Reflexão crítica do professor sobre a atividade desenvolvida
O momento da leitura e aprendizagem deve-se dar de forma prazerosa e estimuladora. É um momento mágico na vida do aluno, pois ele consegue fazer síntese dos conhecimentos adquiridos em diversas situações. Aprender mais sobre a historia de nossa cidade conduziu o aluno a informações e aprendizagens até então desconhecidas foram momentos prazerosos, onde houve envolvimento de todos durante a realização das atividades propostas Os objetivos previstos foram alcançados, pois os alunos realizaram as atividades com gosto, demonstraram que adquiriram mais conhecimentos sobre a história de nossa cidade ao produzir seus textos, valorizando os vultos históricos, as contribuições dessas pessoas para o progresso de nossa cidade. Reconheceram os gêneros textuais utilizados nas aulas, cantaram com entusiasmo a música Tocando em frente de Almir Sater e relacionaram com o poema em estudo.
5.3 – Avaliação crítica sobre as estratégias utilizadas pelos alunos para a realização da atividade.
A tecnologia no âmbito escolar tem mudado bastante a forma de trabalho na prática pedagógica do professor, pois o aluno tem contato direto com os recursos tecnológicos os quais já fazem parte de seu cotidiano e as aulas tornaram-se mais dinâmicas.
Diante disso, as estratégias utilizadas no desenvolvimento das atividades estabelecidas foram bem aceitas pelos alunos, pois houve sucesso na realização e sistematização das mesmas.
5.4 – Conclusão do professor referente ao planejamento, execução e avaliação da atividade
O planejamento constitui um elemento primordial para guiar a prática pedagógica do educador, colhendo desta maneira melhores resultados no processo ensino/aprendizagem.
O planejamento das atividades foi elaborado e executado com sucesso, onde todos os alunos envolveram-se e aprenderam, pois os conhecimentos relatados pela ex- professora Natalia Hora durante a entrevista, acrescentou, somou e tirou dúvidas em todos nós. Os objetivos foram alcançados devido a metodologias (estratégias) e recursos coerentes com os mesmos, que envolveu e interessou a todos os alunos nas atividades desenvolvidas..

6- Anexos:

6.1 – Texto dos alunos
6.2 – Avaliação crítica
6.3 – Relatos das estratégias
6.4 – Cópia do poema: Cidadezinha Qualquer
6.5 - Cópia da música: Tocando em Frente
6.6 – Perguntas da entrevista
6.7 – Fotografias.

Entrevista

1-Quais nomes Wagner teve até aqui?
2-O significado de cada um.
3-Porque tudo começou em Cachoeirinha e não aqui? (Wagner),
4-Quem foram os primeiros habitantes?
5-Como as pessoas se locomoviam? De que lugares vinham os estudantes?
6-Quantos prefeitos e quais? Falar do primeiro como referência.

PROJETO DAS CURSISTAS: ENAIDE e ELIETE

GOVERNO DO ESTADO DA BAHIA
SECRETARIA DA EDUCAÇÃO
DIRETORIA DE EXPERIMENTAÇÃO E FORMAÇÃO EDUCACIONAIS PROGRAMA GESTAR

PROJETO:LEITURA, CAMINHO REAL HOJE E NO FUTURO.
ELIETE OLIVEIRA ANDRADE CEZAR
ENAIDE DE JESUS SOUZA SATELES
Wagner – BA
2009 ELIETE OLIVEIRA ANDRADE CEZAR
ENAIDE DE JESUS SOUZA SATELES

Projeto apresentado à Professora Rita de Cássia Rodrigues Souza, Formadora do curso gestar II, Lingua Portuguesa. Como requisito de avaliação.

Wagner – BA
2009

LEITURA, CAMINHO REAL HOJE E NO FUTURO.

Problema:
As recentes mudanças na conjuntura econômica, a globalização e a informatização tem sido uma série de reflexos sobre o papel da escola dentro deste modelo de sociedade desenhado neste início do século. Para sensibilizar e desenvolver o gosto pela leitura, o aluno precisa se desprender um pouco do computador e envolver-se com o trabalho que a escola tem oferecido que é o cumprimento de projetos didáticos, cujo assunto é leitura e escrita, onde tem usado uma diversidade textual, com metodologias e usos de recursos diferentes.
Leitura, necessidade de vida hoje e não uma preparação para o futuro, família-escola-comunidade, define representar vida real para o sucesso de cada aluno, assim, serão capazes de serem leitores críticos, pois é uma das demandas para o mercado de trabalho. A escola precisa ser o espaço que compreende o uso ético e estético da linguagem verbal e não verbal, com o objetivo de instrumentalizar o aluno para atuar no plano social, cultural e pessoal.
Tema:
A escola Instituto Ponte Nova, preocupa-se em formar alunos leitores, por isso os professores da mesma, tem procurado se qualificar com o objetivo de adquirir novos conhecimentos para melhorar o seu desempenho no dia a dia, em suas práticas pedagógicas. Resultando assim numa aprendizagem que é preparar o aluno para a leitura não só na sala de aula e sim leitura de mundo.
Justificativa:
A Nossa Unidade Escolar, após diagnostico,percebe que muitos dos alunos tem problemas de autoconhecimento, relacionamento e baixa auto-estima. Diante do exposto propomos em reunião com os professores para que cada turma tenha um professor responsável, sendo PADRINHO ou MADRINHA, de modo que as ações a serem realizadas venham contribuir para melhorar a qualidade de vida e principalmente á formação cidadã.
Este projeto incentivará os alunos à leitura e sensibilizar o pensamento sem perder de vista a realidade em sintonia com os novos rumos dos acontecimentos sociais, culturais analisando fatos de acordo com a própria vida, tendo a leitura do mundo contextualizado como ponto de partida para o questionamento entre a vida e as ações vividas hoje e antes, desenvolvendo a criticidade, o gosto pela leitura, envolvendo assim, a comunidade na construção e aperfeiçoamento de novas habilidades de leitura e conhecimentos de gêneros textuais estudados.
Fundamentação teórica:
Durante os últimos anos, a crítica ao ensino da Língua Portuguesa centrado em tópicos de gramática escolar e as alternativas pelos estudos lingüísticos, principalmente no que se refere à consciência dos fenômenos enumerativos e á analise tipológica dos textos, permitindo uma visão muito mais funcional da língua.
Os alunos, por sua vez, ao se relacionarem com qualquer texto, sempre farão segundo suas possibilidades; isto aponta para a necessidade de trabalhar com conteúdos que lhes interessam, então, a escola está cumprindo com sua responsabilidade proporcionando aos educandos oportunidade de adquirir novos conhecimentos, pois estão relacionados a assuntos do seu cotidiano.O aluno ao entrar na escola já sabe pelo menos uma das variedades lingüísticas, aquela que aprendeu por estar inserido em uma comunidade de falantes.Com a escola ele aprende as exigências apropriadas para certas circunstâncias.
O texto oral vem levando o aluno a descobrir seu potencial de criação e interpretação, mostrando sua desenvoltura, quando compartilha de contos de fadas ou de estórias de livros paradidáticos, ampliar suas referências do mundo e trabalhar, simultaneamente, com todas as linguagens.
(Fanny Abramo, 1995.p.5) “A preocupação fundamental da escola com um aluno vivo, inquieto e participativo, com um professor que não tema suas próprias dúvidas e com uma escola aberta, viva, posta no mundo e ciente de que estamos chegando ao século XXI”.
A crise de leitura é em nível de Brasil, e valorizar a pesquisa, a procura de textos diversificados ajudarão no desbloqueio do crescimento intelectual do ser humano, a abertura para se expressar, não seguindo padrões a serem copiados, mas abrindo leques de alternativas, dando importância á postura crítica, ao compreender o universo circundante sabendo olhá-lo, ao estar inquirindo permanentemente ao freqüentar outras classes sociais, se reformulando, se refazendo, exatamente como caminharam em sua infância.
Preparando profissionais, seja ele quem for, está à exigência de seu constante aperfeiçoamento, de superação do especialismo que não é o mesmo que especialidade.
“O Profissional deve ir ampliando seus conhecimentos em torno do homem, de sua forma de estar sendo no mundo, substituído por uma visão ingênua da realidade deformada pelos especialistas estreitos”.(Paulo Freire, p.76).
Na educação, não basta planejar ou discutir a importância da leitura, levar o aluno para a biblioteca onde o próprio bibliotecário não tem conhecimento dos livros, o bibliotecário moderno precisa ser uma mistura de técnico com intelectual para ser um guia facilitador do leitor.
O bibliotecário precisa ser, ele mesmo, um bom leitor.Não se trata, evidentemente, da memorização dos títulos contidos no catálogo, por isso, um catálogo bem organizado ou um computador pode armazenar e servir os leitores, mais rápida e eficientemente, ser um conhecedor de livros significativos por possuir um repertório amplo de leituras, que sirvam para orientar intelectualmente os usuários e para dimensionar a qualidade do acervo.(Rubem Borba de Moraes, 1986, p.94).

O ato de ler se constitui num instrumento de luta contra a dominação. A manipulação do povo pode ocorrer através de uma real contradição. Pode-se considerar ainda que estamos vivendo numa sociedade letrada.Isto quer dizer que os veículos escritos são necessários à própria sobrevivência e atualização dos homens nesse tipo de sociedade.
Trazer para a sala de aula notícias, reportagens, depoimentos com enfoques e pontos de vista, diferentes gostos pela leitura e desenvolver habilidades de comprar, selecionar, analisar, sintetizar e argumentar a fim de ampliar o olhar e a criatividade.
Refletir sobre as informações que recebemos diariamente tornou-se tarefa das mais complexas, de modo que cada vez mais os jovens precisam ser desafiados a comprá-las e buscá-las em diferentes fontes. “Formar estudantes críticos faz parte dos grandes desafios da educação, e o contato com jornais e revistas possibilita uma leitura mais ampla do mundo em que vivemos”.(Maria Izabel. 2007, p.15).
Nesta era da informação, aprender a fazer perguntas vale mais do que obter respostas, e com o desenvolvimento das novas tecnologias, nessas últimas décadas, o ser humano tem mostrado o seu desenvolvimento com o conhecimento de mundo.
No processo educacional, é preciso que repense, o aluno é um elemento que deve ser preparado para a vida e não para o acúmulo de informações. Algo deve ser feito para que o aluno possa ser referencial da Unidade Escolar a qual ele pertence.
A presença de analfabetos (iletrados) no Brasil não nasce por acaso ou porque os indivíduos optaram por não ler, o problema é que as autoridades não estão interessadas em desenvolver o gosto pela leitura junto a todos os segmentos da população.
A leitura crítica é condição da educação libertadora, é condição para a verdadeira ação cultural que deve ser utilizada nas escolas.
A leitura escolarizada tem servido a propósitos de memorização das normas gramaticais, reprodução de dogmatismos, celebrações cívicas, aumenta de vocabulários, motivação para a reprodução textual.

Durante muito tempo, a escola priorizou a cópia e a decoreba como estratégia de aprendizagem. A situação começou a mudar no final da década de 1970. A criança estabelece, muito cedo, hipóteses em relação á escrita (primeiro ler desenhos, depois percebe que as letras existem, e por último compreender como usar as letras para escrever), por isso, é necessário compreender que as idéias do aluno envolvem e, assim, dar espaço e mostrar o que já sabe. O caminho para transformar copistas em leitores eficientes. (Emilia Ferreiro, 2003, p.14).
A estrutura do conhecimento oficial é também a estrutura da autoridade social, a dimensão quantitativa e qualitativa depende das condições de cada Unidade Escolar, portanto, o primeiro pesquisador, na sala de aula, é o professor que investiga seus alunos.
A leitura amplia nossas referências de mundo. A leitura é uma necessidade de hoje, pois as crianças precisam ter acesso á norma culta desde cedo para poder ter uma participação social afetiva no futuro.

Engana-se quem acha que escolarizar a educação Infantil está ocupando o tempo com brincadeira, para ensinar conceitos e definição de língua. Assim como oferecemos experiências com música, arte e natureza, apresentar práticas sociais de leitura e escrita é algo que as crianças também têm o direito de vivenciar. De fato, num país como o nosso, em que apenas 26 % da população é plenamente alfabetizada e onde cada cidadão lê em média apenas 1,8 livro por ano (contra 2,4 na Colômbia, cinco nos Estados Unidos e sete na França), estimular a leitura desde os primeiros anos de escolaridade é uma importante missão da escola. (Beatriz Gouveia, 2007, p.88).

Estudos mostram que a criança não utiliza o contexto espontaneamente, em particular aquelas crianças que convivem com uma história de fracasso em relação á leitura.
‘Tal capacidade pode começar a ser desenvolvida desde as primeiras séries, através de textos curtos, apoiados por gravuras, onde as possíveis dificuldades de leitura são contornadas com forma lúdica, o uso metafônico de linguagem e relação entre contexto e significado.” (Luiz Fernando Veríssimo, 1982.p.70)”.
A leitura torna-se potencialmente aberta ao pensamento operativo sobre o conteúdo. Ao invés de se classificar e avaliar as crianças segundo critérios espúrios de leitura e QI, as crianças formariam grupos, de acordo com seu próprio nível de desenvolvimento intelectual.
Com maior ou menor apoio do governo municipal, estadual ou federal, os profissionais de educação estão marcando presença em cursos de aperfeiçoamento, graduação e pós-graduação e tem procurado fazer a diferença no processo de construção de um novo modelo educacional para o país.
Objetivo geral:
.Estabelecer que a Educação é um processo de vida, e que a cultura gerada pela leitura se tornara eficaz para o indivíduo e o meio em que vive, pois serão leitores competentes com o aprendizado de diversificados textos.

Objetivo(s) Específico(s):
*Formar professores leitores de sala de aula.
*Educar o aluno para a leitura.
*Questionar quanto ao número elevado de reprovação.
*Compreender o uso estético da linguagem verbal e não verbal, no plano social, cultural e pessoal.
*Pesquisar o porquê do desinteresse do aluno.
*Estudar métodos para levantar a auto-estima do aluno.
*Averiguar textos para conhecimento e uma aprendizagem significativa.

Metodologia:
Oferecer ao educando atividades que venham despertar o gosto pela leitura e levantar sua auto-estima através de: textos narrativos, descritivos, dissertativos, jornalísticos, literários, não literários, dramatizações, momento de leitura, poesias, paródias, confecção de murais, cartazes, ouvir e interpretar músicas, assistir filmes, elaboração de entrevistas, seminários, debates, júris simulados, confecção de livros e histórias em quadrinhos.
Criar oportunidades para reflexão crítica e imaginativa do aluno, onde ele expressará suas emoções vividas no dia-a dia, elaborando um jornal escolar, produzindo programa de rádio na FM 87.9 e produzindo CD-ROM.
Convocar pessoas da comunidade para participar e liderar atividades do projeto. Formar equipes da escola juntamente com a comunidade para o desenvolvimento e avaliação do projeto, analisando:
*Se as propostas estão sendo executadas.
*O envolvimento dos professores com amor e responsabilidade.
*Está sendo válido com uma aprendizagem significativa.
*O aluno tem participado e mostrado interesse pelo programa.
*Tem melhorado a auto-estima do aluno.
*Esta tendo envolvimento com a família e comunidade.
Haverá o momento de organização e planejamento do Projeto, com Escola-Comunidade.
O Protejo será apresentado em três reuniões, e executado a partir de março até julho de 2010, tendo a culminância com a programação especial de apresentação das melhores atividades realizadas durante o projeto:
*Uma apresentação das atividades desenvolvidas em cada mês.
*O material de apoio do projeto, ser fornecido pela própria Unidade escolar.
Conteúdos:
Os diversos gêneros textuais, contextualizando com os assuntos de literatura e regras gramaticais.
- Crônicas e contos
- Lendas e parlendas
- Músicas e paródias
- Textos poéticos
- Textos jornalísticos
- Texto prosa
- Romances e etc.

Público alvo:
Colegiado escolar, grêmio estudantil, direção, professores, funcionários, alunos do ensino fundamental do Instituto Ponte Nova, famílias e integrantes da comunidade de Wagner-Bahia.
Cronograma.
Mês Atividades para desenvolver

Março: 1.Reunião com direções de grupos da escola e comunidade para falar do Projeto, e ouvir sugestões.
2.Escolher a clientela que participará do programa.
3.Apresentar o Programa á direção, professores e alunos.
4.Reunião com professores.
5.Definir as turmas e suas atividades.
6.Selecionar materiais.
7.Início do Projeto.
Abril: 8-Mobilizar as turmas para as atividades.
9. Avaliação das atividades.
10. Registros individuais.
11.Aplicar oficinas literárias.
12.Apresentação de atividades.
Maio: 13.- Produzir textos para avaliação do programa.
14.-Fazer oficinas na área da escola.
15. Apresentação das atividades.
Junho: 16- Reunião com líderes para avaliação do programa.
17 - Produzir relatórios para avaliação.
18 - Apresentação
Julho: 19- Dia da leitura.
20- Apresentação na área da escola.
21- Dia da leitura.
22- Apresentação na área da escola.
23 -Culminância do programa com;
24 -Apresentação das melhores atividades.
25 -Preparar lanche para todos os envolvidos.
26 -Considerações finais (agradecimento).
27 -Produção de relatório final.


Recursos:
*Recursos tecnológicos (Data-Show, TV, DVD, CDs, aqparelho, Microssystem, episcópio, telefone, filmadora, câmera digital, máquina de xeróx, retroprojetor).
*Material do aluno
*Material do professor
*Papel (ofício, pautado, metro)
*Jornais, revistas e livros
*Cola, tesoura, pincéis


Avaliação:
*Oralidade, pontualidade, pronúncia, participação, organização, desenvoltura.
*Apresentação teatral em hasteamento e grêmios


Referências Bibliográficas:
ALESSANDRO, Márcio de Melo. Mundo Jovem - Um jornal de idéias. Um projeto de leitura na escola. Ano 45. º 374. Março, 2007. P.5-6

LA TAILE, Ives. Revista Nova Escola. Ano XXI. Nº 197. Novembro, 2006. P.20-39

Parâmetros Curriculares - Língua Portuguesa. Vol. 2. Brasília 1997.

XIMENES, Sérgio. Minidicionário da Língua Portuguesa. 2ª ed. Ediouro. São Paulo, 2000.