GOVERNO DO ESTADO DA BAHIA
SECRETARIA DA EDUCAÇÃO
DIRETORIA DE EXPERIMENTAÇÃO E FORMAÇÃO EDUCACIONAIS PROGRAMA GESTAR
Cursista: Maisa Pereira Azevedo
Escola de Realização: Colégio Estadual Góes Calmon
Série: 5ª e 6ª / Turma B
Plano de aula texto: Cidadezinha qualquer.
Período de Aplicação: Duas aulas (1h:20min)
Conteúdo:
•Biografia de Carlos Drummond de Andrade;
•Ação comunicativa;
•Significação das palavras a partir do contexto;
•Desenvolvimento de estratégia de leitura.
Objetivos:
•Expandir o conhecimento sobre Carlos Drummond de Andrade;
•Desenvolver a habilidade de expressão oral;
•Inferir o sentido das palavras a partir do contexto;
•Expressar sensações e sentimentos;
•Reconhecer a relação título/texto
Desenvolvimento das atividades:
Fazer a leitura da biografia de Carlos Drummond de Andrade, autor do texto que será trabalhado e fazer perguntas orais, se já conheciam, sobre o lugar onde ele nasceu, etc. Perguntar como é a cidade onde nasceram e que gostariam de morar, por que estão morando aqui, etc. Comentar um pouco sobre a minha cidade natal. Escrever no quadro o título do texto e refletir com os alunos sobre as possibilidades do tema central a partir do título.
Depois da conversa informal sobre o título e o tema, continuação da escrita do texto. Após farei a leitura oral, onde falarão sobre o que entenderam, se gostaram ou não, o que sentiram.
Em seguida formar as duplas pra produzir um poema sobre a cidade em que nasceram, e fazer a ilustração do poema num cartaz.
Apresentação, exposição dos poemas e cartazes produzidas e avaliação escrita sobre a atividade.
Recursos Didáticos:
Cadernos, caneta, lápis grafite, lápis hidrocor, papel metro, fita adesiva
Avaliação:
Observação dos grupos sobre as diferentes posturas em relação as cidades dos poemas produzidos. A professora deverá estar atenta aos comentários dos alunos, fazendo-os perceber as diferenças dos sentimentos de acordo com a vivência de cada um em relação à terra natal.
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Plano de aula- cursista- Maisa
GOVERNO DO ESTADO DA BAHIA
SECRETARIA DA EDUCAÇÃO
DIRETORIA DE EXPERIMENTAÇÃO E FORMAÇÃO EDUCACIONAIS PROGRAMA GESTAR
Cursista: Maisa Pereira Azevedo
Escola de Realização: Colégio Estadual Góes Calmon
Série: 5ª e 6ª / Turma B
Plano de aula: TP 03 - Unidade 10
Período de Aplicação: Duas aulas (1h:20min)
Conteúdo:
•Linguagem poética;
•Comparação de textos;
•Relação entre o título e o sentido do texto;
•Reconhecimento das características de um poema.
Objetivos:
•Conhecer alguns poemas e obras literárias musicadas;
•Identificar tema central do texto;
•Entender o título como chave para a compreensão do texto;
•Comparar textos do mesmo gênero quanto ao tratamento temático
Desenvolvimento das atividades:
Entregar aos alunos a cópia da música que será ouvida e cantada por todos, em seguida uma conversa sobre a rotina do trabalhador.
Depois da conversa informal sobre o título e o tema da música, será feita a entrega do outro texto para fazer a leitura silenciosa e individual. Após a leitura faremos a comparação oral dos temas, das características do texto, das personagens, etc.
Em seguida formar as duplas pra escolherem o tema e produzirem um poema e fazer uma paródia com o mesmo tema do poema.
Apresentação e exposição dos poemas e paródias produzidas e avaliação escrita sobre a atividade.
Recursos Didáticos:
Cópias dos Textos, CD com a faixa da música, aparelho de som, cadernos, caneta, lápis
Avaliação:
A professora deverá estar atenta aos acertos e às dificuldades dos alunos, confirmando e comentando os acertos e intervindo com correções, quando necessário.
SECRETARIA DA EDUCAÇÃO
DIRETORIA DE EXPERIMENTAÇÃO E FORMAÇÃO EDUCACIONAIS PROGRAMA GESTAR
Cursista: Maisa Pereira Azevedo
Escola de Realização: Colégio Estadual Góes Calmon
Série: 5ª e 6ª / Turma B
Plano de aula: TP 03 - Unidade 10
Período de Aplicação: Duas aulas (1h:20min)
Conteúdo:
•Linguagem poética;
•Comparação de textos;
•Relação entre o título e o sentido do texto;
•Reconhecimento das características de um poema.
Objetivos:
•Conhecer alguns poemas e obras literárias musicadas;
•Identificar tema central do texto;
•Entender o título como chave para a compreensão do texto;
•Comparar textos do mesmo gênero quanto ao tratamento temático
Desenvolvimento das atividades:
Entregar aos alunos a cópia da música que será ouvida e cantada por todos, em seguida uma conversa sobre a rotina do trabalhador.
Depois da conversa informal sobre o título e o tema da música, será feita a entrega do outro texto para fazer a leitura silenciosa e individual. Após a leitura faremos a comparação oral dos temas, das características do texto, das personagens, etc.
Em seguida formar as duplas pra escolherem o tema e produzirem um poema e fazer uma paródia com o mesmo tema do poema.
Apresentação e exposição dos poemas e paródias produzidas e avaliação escrita sobre a atividade.
Recursos Didáticos:
Cópias dos Textos, CD com a faixa da música, aparelho de som, cadernos, caneta, lápis
Avaliação:
A professora deverá estar atenta aos acertos e às dificuldades dos alunos, confirmando e comentando os acertos e intervindo com correções, quando necessário.
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Relato de ativ. TP5- da cursista- Vilma Cristina
GESTAR II
2009/2010 RELATO DE ATIVIDADE TP nº. 5
Formador: Rita de Cássia Rodrigues Souza
Data: 04/11/2009
1. Identificação do Cursista
Nome: Vilma Cristina Silva dos Santos
Polo: Itaberaba
Turma (no gestar): II
Escola: Colégio Estadual Liberdade
Disciplina: Língua Portuguesa
2. Dados realização
Escola: Colégio Estadual Liberdade
Série: 8° Turma: G Nº de alunos: 44 Turno: Matutino
Nome da Atividade: A Construção da coerência textual
TP: 5 Unidade: 18 Seção: 2 Pág.(s): 93 e 94
Nomes dos cinco alunos selecionados para a amostragem de desempenho na aprendizagem.
1.Carlos Antonio Santos
2.Dilvania S.Sena
3.Jéssica A.Barbosa
4.Raiza Rebouças
5.Thais Silva
Tempo de realização: nº de aulas: 04 Quantidade de horas: 4h/aulas
Conteúdos trabalhados: Coerência textual
Objetivos da atividade: Caracterizar a coerência na inter-relação entre textos verbais e não-verbais.
Recursos utilizados: Retro projetor, transparência, canetas, lápis, piloto, Lousa, máquina fotográfica.
Estratégias de organização espacial da sala de aula: Os alunos sentaram-se em grupos de quatro alunos, para discussões sobre o tema, para que todos tenham vez de emitir opinião.
2.7. O professor solicitou dos alunos avaliação crítica, por escrito, da atividade realizada.
2.8. A apresentação da atividade escrita (relato) revela organização, clareza e objetividade do professor.
2.9. O professor tece uma avaliação crítica do desempenho apresentado pelos alunos, comentando as estratégias utilizadas por esses para o alcance do objetivo da proposta.
Assinatura do formador:Rita de Cassia Rodrigues Souza
Data:
3 - Execução e avaliação da atividade
5.1. Desenvolvimento:
• Apresentação da proposta da oficina para os alunos.
• Levantamento prévio, com os alunos, sobre o que seriam coerência e coesão em um texto.
• Um breve resumo oral, abordando para os alunos que coerência é um dos fatores de textualidade que permitem fazer de um amontoado de frases um texto e que coesão é a conexão destas frases.
• Divisão dos grupos de alunos de forma livre, afim de que eles possam saber respeitar o colega e poder trabalhar durante as aulas com colegas que não são tão próximos.
• Distribuição de um texto publicitário que mescle linguagem verbal e não verbal para serem analisado pelos alunos.
• Leitura da frase do cartaz para provocar discussão sobre o tema da oficina, que neste caso é as conseqüências de um planeta sem água no futuro.
• Analise da imagem do cartaz relacionando com o texto verbal que aparece na imagem, discutindo sobre o objetivo argumentativo do texto como um todo.
• Análise de como o texto verbal se dirige ao leitor: o que espera dele, como propõe a construção de uma imagem mental de futuro, por que é tão radical, etc., observando com os alunos que a profundidade da coerência desse texto depende muito do que “vemos” nele.
• Ouvir o posicionamento dos alunos nos grupos, para, depois, produzir textos escritos. É uma forma de sedimentar a construção da coerência textual, pois várias áreas de conhecimento são mobilizadas.
• Leitura dos textos produzidos pelos grupos de alunos, para socialização do trabalho de produção textual, reforçando na prática as estratégias de coerência que as discussões e analises do cartaz vêm mostrando.
5.2. Reflexões críticas do professor sobre a atividade desenvolvida:
• Sabemos que coerência e coesão andam juntas e que são fatores de textualidade que permitem fazer de um amontoado de frases virarem um texto, sempre em conexão, mas acreditamos que elas não se prendem exclusivamente a aspectos lingüísticos: é resultado da interação entre os interlocutores, o autor e leitor, com o texto, e pelos textos numa dada situação sócio-comunicativa. Desta forma, o trabalho com coerência textual permite uma dimensão lingüística que fornece “pistas” ao leitor para ele reconstruir um mundo textual, que pode ou não coincidir com a versão do mundo real.
5.3. Avaliação crítica sobre as estratégias utilizadas pelos alunos para a realização da atividade:
• A escolha de um texto publicitário mesclando linguagem verbal e não verbal provocou uma discussão do tema, no caso, a conseqüência de um planeta sem água no futuro, envolvendo os alunos de forma dinâmica, onde todos ansiosamente solicitavam a oportunidade de emitir sua opinião. Durante a analise do cartaz e do texto verbal, os alunos traziam seus conhecimentos prévios sobre o tema, abordando a nossa responsabilidade, em quanto ser humano, para a preservação da água e consequentemente do meio ambiente. Assim, percebemos que o posicionamento dos alunos na analise do cartaz e do texto verbal foi uma excelente estratégia para a produção escrita, sendo, portanto sedimentar na construção da coerência textual.
5.4. Conclusão do professor referente ao planejamento, execução e avaliação da atividade:
• O planejamento da Oficina TP5, Coerência textual, partiu da escolha de um texto publicitário que mesclava linguagem verbal e não verbal. Sabemos que a situação sócio-comunicativa fornece critérios relevantes para as decisões sobre a coerência de um texto e que os interlocutores com suas crenças e intenções comunicativas, contribuem tanto com fatores lingüísticos, quanto àqueles ligados ao contexto situacional. Desta forma, acreditamos que nossos alunos se posicionariam de forma critica, favorecendo para uma boa produção textual. A execução da atividade transcorreu a partir da leitura do texto verbal, que foi provocadora de discussões sobre o tema, aprofundando-se de acordo ao nível de maturidade do aluno e do seu posicionamento, colaborando de forma positiva no processo de aprendizagem.
• A partir da análise das produções textuais, do empenho dos alunos, da forma de apresentação dos grupos na socialização e discussão do trabalho, percebemos que os alunos conseguiram interpretar o texto publicitário e distinguir um uma linguagem verbal da não-verbal. A oficina TP5, sobre coerência textual, foi um ótimo trabalho onde percebermos interesse dos alunos todo o tempo, tornando-se a aula mais dinâmica e produtiva.
2009/2010 RELATO DE ATIVIDADE TP nº. 5
Formador: Rita de Cássia Rodrigues Souza
Data: 04/11/2009
1. Identificação do Cursista
Nome: Vilma Cristina Silva dos Santos
Polo: Itaberaba
Turma (no gestar): II
Escola: Colégio Estadual Liberdade
Disciplina: Língua Portuguesa
2. Dados realização
Escola: Colégio Estadual Liberdade
Série: 8° Turma: G Nº de alunos: 44 Turno: Matutino
Nome da Atividade: A Construção da coerência textual
TP: 5 Unidade: 18 Seção: 2 Pág.(s): 93 e 94
Nomes dos cinco alunos selecionados para a amostragem de desempenho na aprendizagem.
1.Carlos Antonio Santos
2.Dilvania S.Sena
3.Jéssica A.Barbosa
4.Raiza Rebouças
5.Thais Silva
Tempo de realização: nº de aulas: 04 Quantidade de horas: 4h/aulas
Conteúdos trabalhados: Coerência textual
Objetivos da atividade: Caracterizar a coerência na inter-relação entre textos verbais e não-verbais.
Recursos utilizados: Retro projetor, transparência, canetas, lápis, piloto, Lousa, máquina fotográfica.
Estratégias de organização espacial da sala de aula: Os alunos sentaram-se em grupos de quatro alunos, para discussões sobre o tema, para que todos tenham vez de emitir opinião.
2.7. O professor solicitou dos alunos avaliação crítica, por escrito, da atividade realizada.
2.8. A apresentação da atividade escrita (relato) revela organização, clareza e objetividade do professor.
2.9. O professor tece uma avaliação crítica do desempenho apresentado pelos alunos, comentando as estratégias utilizadas por esses para o alcance do objetivo da proposta.
Assinatura do formador:Rita de Cassia Rodrigues Souza
Data:
3 - Execução e avaliação da atividade
5.1. Desenvolvimento:
• Apresentação da proposta da oficina para os alunos.
• Levantamento prévio, com os alunos, sobre o que seriam coerência e coesão em um texto.
• Um breve resumo oral, abordando para os alunos que coerência é um dos fatores de textualidade que permitem fazer de um amontoado de frases um texto e que coesão é a conexão destas frases.
• Divisão dos grupos de alunos de forma livre, afim de que eles possam saber respeitar o colega e poder trabalhar durante as aulas com colegas que não são tão próximos.
• Distribuição de um texto publicitário que mescle linguagem verbal e não verbal para serem analisado pelos alunos.
• Leitura da frase do cartaz para provocar discussão sobre o tema da oficina, que neste caso é as conseqüências de um planeta sem água no futuro.
• Analise da imagem do cartaz relacionando com o texto verbal que aparece na imagem, discutindo sobre o objetivo argumentativo do texto como um todo.
• Análise de como o texto verbal se dirige ao leitor: o que espera dele, como propõe a construção de uma imagem mental de futuro, por que é tão radical, etc., observando com os alunos que a profundidade da coerência desse texto depende muito do que “vemos” nele.
• Ouvir o posicionamento dos alunos nos grupos, para, depois, produzir textos escritos. É uma forma de sedimentar a construção da coerência textual, pois várias áreas de conhecimento são mobilizadas.
• Leitura dos textos produzidos pelos grupos de alunos, para socialização do trabalho de produção textual, reforçando na prática as estratégias de coerência que as discussões e analises do cartaz vêm mostrando.
5.2. Reflexões críticas do professor sobre a atividade desenvolvida:
• Sabemos que coerência e coesão andam juntas e que são fatores de textualidade que permitem fazer de um amontoado de frases virarem um texto, sempre em conexão, mas acreditamos que elas não se prendem exclusivamente a aspectos lingüísticos: é resultado da interação entre os interlocutores, o autor e leitor, com o texto, e pelos textos numa dada situação sócio-comunicativa. Desta forma, o trabalho com coerência textual permite uma dimensão lingüística que fornece “pistas” ao leitor para ele reconstruir um mundo textual, que pode ou não coincidir com a versão do mundo real.
5.3. Avaliação crítica sobre as estratégias utilizadas pelos alunos para a realização da atividade:
• A escolha de um texto publicitário mesclando linguagem verbal e não verbal provocou uma discussão do tema, no caso, a conseqüência de um planeta sem água no futuro, envolvendo os alunos de forma dinâmica, onde todos ansiosamente solicitavam a oportunidade de emitir sua opinião. Durante a analise do cartaz e do texto verbal, os alunos traziam seus conhecimentos prévios sobre o tema, abordando a nossa responsabilidade, em quanto ser humano, para a preservação da água e consequentemente do meio ambiente. Assim, percebemos que o posicionamento dos alunos na analise do cartaz e do texto verbal foi uma excelente estratégia para a produção escrita, sendo, portanto sedimentar na construção da coerência textual.
5.4. Conclusão do professor referente ao planejamento, execução e avaliação da atividade:
• O planejamento da Oficina TP5, Coerência textual, partiu da escolha de um texto publicitário que mesclava linguagem verbal e não verbal. Sabemos que a situação sócio-comunicativa fornece critérios relevantes para as decisões sobre a coerência de um texto e que os interlocutores com suas crenças e intenções comunicativas, contribuem tanto com fatores lingüísticos, quanto àqueles ligados ao contexto situacional. Desta forma, acreditamos que nossos alunos se posicionariam de forma critica, favorecendo para uma boa produção textual. A execução da atividade transcorreu a partir da leitura do texto verbal, que foi provocadora de discussões sobre o tema, aprofundando-se de acordo ao nível de maturidade do aluno e do seu posicionamento, colaborando de forma positiva no processo de aprendizagem.
• A partir da análise das produções textuais, do empenho dos alunos, da forma de apresentação dos grupos na socialização e discussão do trabalho, percebemos que os alunos conseguiram interpretar o texto publicitário e distinguir um uma linguagem verbal da não-verbal. A oficina TP5, sobre coerência textual, foi um ótimo trabalho onde percebermos interesse dos alunos todo o tempo, tornando-se a aula mais dinâmica e produtiva.
Relato de ativ. TP4 - da cursista- Vilma Cristina
GESTAR II
2009/2010 RELATO DE ATIVIDADE TP nº. 4
Formador: Rita de Cássia Rodrigues Souza
Data: 20/10/2009
1.Identificação do Cursista
Nome: Vilma Cristina Silva dos Santos
Polo: Itaberaba
Turma (no gestar): II
Escola: Colégio Estadual Liberdade
Disciplina: Língua Portuguesa
2. Dados realização
Escola: Colégio Estadual Liberdade
Série: 8° Turma: G Nº de alunos: 44 Turno: Matutino
Nome da Atividade: O Processo da Leitura
TP: 4 Unidade: 14 Seção: 2 Pág.(s): 85 e 86
Nomes dos cinco alunos selecionados para a amostragem de desempenho na aprendizagem.
1.Ana Carla de S.Alves
2.Carlos Antonio N.dos Santos
3.Isa Caroline Lima
4. Jéssica Andrade Barbosa
5.Lariana Santos do Carmo
Tempo de realização: nº de aulas: 05 Quantidade de horas: 5h/aulas
Conteúdos trabalhados: Os Objetivos de leitura: Expectativas e escolhas de textos
Objetivos da atividade: Relacionar objetivos com diferentes textos e significados da leitura.
Recursos utilizados: TV, DVD, CD, computador, Internet, revistas, jornais, livros, canetas, cartolina, lápis, piloto, Lousa, máquina fotográfica.
Estratégias de organização espacial da sala de aula: Os alunos sentaram-se em círculos, deixando o centro da sala livre, para melhor circulação no ambiente e formação dos mini-grupos para o desenvolvimento da oficina.
3. Parecer do Formador
CRITÉRIOS APRIMORAR
2.1. A atividade escolhida integra o material do GESTAR do TP ou da oficina trabalhada.
2.2. Na descrição da atividade, o professor revela preocupação em mobilizar os conhecimentos prévios sobre o assunto que será tratado.
2.3. Foram introduzidas, nas atividades apresentadas, reflexões críticas do professor sobre o Avançando na Prática / Socializando o Conhecimento desenvolvido: aplicabilidade (adequação à série), conteúdo, objetivo e procedimentos.
2.4. As instruções e os procedimentos descritos pelo professor na atividade estão bem detalhados e claros, facilitando o entendimento do aluno.
2.5. O professor faz uso e adequação da atividade à série atentando para o objetivo e o contexto dos alunos.
2.6. O professor solicitou dos alunos relato, por escrito das estratégias da atividade realizada.
2.7. O professor solicitou dos alunos avaliação crítica, por escrito, da atividade realizada.
2.8. A apresentação da atividade escrita (relato) revela organização, clareza e objetividade do professor.
2.9. O professor tece uma avaliação crítica do desempenho apresentado pelos alunos, comentando as estratégias utilizadas por esses para o alcance do objetivo da proposta.
Assinatura do formador: Rita de Cássia R. Souza
Data:
4.Execução e avaliação da atividade
5.1. Desenvolvimento:
•Apresentação da proposta da oficina para os alunos.
•Reflexão sobre a variação dos objetivos que uma leitura pode ter e que lemos, entre muito outros fins, para: Obter informações gerais, obter uma informação precisa, aprender determinado tópico, analisar e comparar dados ou posições. Devanear, ou evadir-se. Que esses objetivos não são únicos, nem são sempre muito distintos e que ás vezes, se superpõem. A obtenção de informação, por exemplo, está, em alguma medida, em qualquer tipo de leitura.
•Levantamento prévio, com os alunos, sobre os assuntos que mais mobilizam cada um, e que tem interesse para trabalho de pesquisa.
•Discussão sobre esses assuntos e por que o interesse. Observações de quantos alunos estão ligados a este tema.
•Explicação e sugestões sobre as fontes e os materiais mais adequados para se obter informações sobre cada assunto: Livros, revistas, jornais, internet, profissionais ou estudiosos ligados ao assunto, entre outros.
•Divisão dos grupos de alunos de acordo os interesses afins com o tema que vai ser pesquisado e apresentado.
•Reunião dos grupos em sala de aula para definição do avanço do trabalho como: pesquisa sobre o tema, forma de apresentação dos resultados, com bastante liberdade para planejar sua apresentação de forma criativa.
•Apresentação oral do resultado da pesquisa em forma de seminário.
•Após a apresentação de cada grupo, os alunos darão a sua opinião de forma objetiva sobre o trabalho dos colegas, respeitando a opinião do outro.
•Produção de relatório escrito, sintetizando os ganhos em termos de leitura e conhecimento do tema trabalhado e dos temas abordados pelos outros grupos.
•Avaliação da experiência do trabalho com temas do seu interesse, ressaltando os avanços do grupo em todos os campos.
5.2. Reflexões críticas do professor sobre a atividade desenvolvida:
•Sabemos que a leitura constitui importantes ferramentas pedagógicas para o desenvolvimento político, social e cultural dos nossos alunos, sobretudo na transformação da realidade, pois é através dessa atividade que chegamos ao conhecimento dos vários ramos do saber. É uma questão fundamental buscar estratégias que possam aproximar nossos alunos da leitura, de forma prazerosa. Diariamente observamos que o que nossos alunos lêem nos limites da escola quase sempre corresponde a objetivos do professor e da instituição escolar e não dos alunos. Na vida, como na escola quando persistimos no que gostamos de fazer, seu talento se manifesta claramente e na leitura não é diferente. Quanto mais o aluno buscar leitura com temas do seu interesse, ele vai aos poucos lendo com mais disposição, e com mais facilidade vai passar a compreender e dar sentido ao que leu. Desta forma, nós professores, temos de tentar a todo o momento é conhecer os interesses dos alunos, e oferecer-lhes matérias e experiências de leitura capaz de mobilizá-los, criando assim nos nossos alunos motivos para ler e a consciência da importância e da necessidade de ler.
5.3. Avaliação crítica sobre as estratégias utilizadas pelos alunos para a realização da atividade:
• Por se tratar de temas escolhidos pelos próprios alunos, observamos que eles tinham um objetivo, trabalhavam com mais dinamismo, buscavam o material com bastante interesse e criatividade, liam com mais disposição o material pesquisado, e com muita facilidade compreendia o tema que seria abordado. Buscavam informações da professora sobre vários focos do tema escolhido pelo grupo, onde aproveitávamos para desenvolver a consciência da importância do ato ler, da compreensão e interpretação do texto, não só para apresentar um trabalho escolar, mais como fonte de informação e formação de um cidadão crítico. Os alunos usavam a tecnologia que tanto faz parte das suas vidas, como computador, internet, TV, DVD, slide criativos com fotos e conhecimentos dos temas relatados, como estratégias para melhor apresentar o resultado dos seus trabalhos.
5.4. Conclusão do professor referente ao planejamento, execução e avaliação da atividade:
•A partir de um bate papo com a turma onde apliquei a oficina (Os objetivos da leitura: As expectativas e escolhas de textos), observamos uma curiosidade muito grande da turma em conhecer mais sobre alguns temas que estavam sempre na mídia. A partir deste momento comecei a planejar a oficina TP4, proposta pelo gestar II, seção 2, no avançando na prática. Comecei a mobilização do trabalho refletindo com a turma o interesse de pesquisar e conhecer sobre os temas abordados nas nossas conversas. O processo de execução da oficina foi sugerido pelos alunos, após trabalho de pesquisa, produção de slide que culminaria com a apresentação oral dos grupos (seminário). O critério de avaliação baseou-se no desempenho quanto ao cumprimento da proposta, interesse, interação entre os grupos.
2009/2010 RELATO DE ATIVIDADE TP nº. 4
Formador: Rita de Cássia Rodrigues Souza
Data: 20/10/2009
1.Identificação do Cursista
Nome: Vilma Cristina Silva dos Santos
Polo: Itaberaba
Turma (no gestar): II
Escola: Colégio Estadual Liberdade
Disciplina: Língua Portuguesa
2. Dados realização
Escola: Colégio Estadual Liberdade
Série: 8° Turma: G Nº de alunos: 44 Turno: Matutino
Nome da Atividade: O Processo da Leitura
TP: 4 Unidade: 14 Seção: 2 Pág.(s): 85 e 86
Nomes dos cinco alunos selecionados para a amostragem de desempenho na aprendizagem.
1.Ana Carla de S.Alves
2.Carlos Antonio N.dos Santos
3.Isa Caroline Lima
4. Jéssica Andrade Barbosa
5.Lariana Santos do Carmo
Tempo de realização: nº de aulas: 05 Quantidade de horas: 5h/aulas
Conteúdos trabalhados: Os Objetivos de leitura: Expectativas e escolhas de textos
Objetivos da atividade: Relacionar objetivos com diferentes textos e significados da leitura.
Recursos utilizados: TV, DVD, CD, computador, Internet, revistas, jornais, livros, canetas, cartolina, lápis, piloto, Lousa, máquina fotográfica.
Estratégias de organização espacial da sala de aula: Os alunos sentaram-se em círculos, deixando o centro da sala livre, para melhor circulação no ambiente e formação dos mini-grupos para o desenvolvimento da oficina.
3. Parecer do Formador
CRITÉRIOS APRIMORAR
2.1. A atividade escolhida integra o material do GESTAR do TP ou da oficina trabalhada.
2.2. Na descrição da atividade, o professor revela preocupação em mobilizar os conhecimentos prévios sobre o assunto que será tratado.
2.3. Foram introduzidas, nas atividades apresentadas, reflexões críticas do professor sobre o Avançando na Prática / Socializando o Conhecimento desenvolvido: aplicabilidade (adequação à série), conteúdo, objetivo e procedimentos.
2.4. As instruções e os procedimentos descritos pelo professor na atividade estão bem detalhados e claros, facilitando o entendimento do aluno.
2.5. O professor faz uso e adequação da atividade à série atentando para o objetivo e o contexto dos alunos.
2.6. O professor solicitou dos alunos relato, por escrito das estratégias da atividade realizada.
2.7. O professor solicitou dos alunos avaliação crítica, por escrito, da atividade realizada.
2.8. A apresentação da atividade escrita (relato) revela organização, clareza e objetividade do professor.
2.9. O professor tece uma avaliação crítica do desempenho apresentado pelos alunos, comentando as estratégias utilizadas por esses para o alcance do objetivo da proposta.
Assinatura do formador: Rita de Cássia R. Souza
Data:
4.Execução e avaliação da atividade
5.1. Desenvolvimento:
•Apresentação da proposta da oficina para os alunos.
•Reflexão sobre a variação dos objetivos que uma leitura pode ter e que lemos, entre muito outros fins, para: Obter informações gerais, obter uma informação precisa, aprender determinado tópico, analisar e comparar dados ou posições. Devanear, ou evadir-se. Que esses objetivos não são únicos, nem são sempre muito distintos e que ás vezes, se superpõem. A obtenção de informação, por exemplo, está, em alguma medida, em qualquer tipo de leitura.
•Levantamento prévio, com os alunos, sobre os assuntos que mais mobilizam cada um, e que tem interesse para trabalho de pesquisa.
•Discussão sobre esses assuntos e por que o interesse. Observações de quantos alunos estão ligados a este tema.
•Explicação e sugestões sobre as fontes e os materiais mais adequados para se obter informações sobre cada assunto: Livros, revistas, jornais, internet, profissionais ou estudiosos ligados ao assunto, entre outros.
•Divisão dos grupos de alunos de acordo os interesses afins com o tema que vai ser pesquisado e apresentado.
•Reunião dos grupos em sala de aula para definição do avanço do trabalho como: pesquisa sobre o tema, forma de apresentação dos resultados, com bastante liberdade para planejar sua apresentação de forma criativa.
•Apresentação oral do resultado da pesquisa em forma de seminário.
•Após a apresentação de cada grupo, os alunos darão a sua opinião de forma objetiva sobre o trabalho dos colegas, respeitando a opinião do outro.
•Produção de relatório escrito, sintetizando os ganhos em termos de leitura e conhecimento do tema trabalhado e dos temas abordados pelos outros grupos.
•Avaliação da experiência do trabalho com temas do seu interesse, ressaltando os avanços do grupo em todos os campos.
5.2. Reflexões críticas do professor sobre a atividade desenvolvida:
•Sabemos que a leitura constitui importantes ferramentas pedagógicas para o desenvolvimento político, social e cultural dos nossos alunos, sobretudo na transformação da realidade, pois é através dessa atividade que chegamos ao conhecimento dos vários ramos do saber. É uma questão fundamental buscar estratégias que possam aproximar nossos alunos da leitura, de forma prazerosa. Diariamente observamos que o que nossos alunos lêem nos limites da escola quase sempre corresponde a objetivos do professor e da instituição escolar e não dos alunos. Na vida, como na escola quando persistimos no que gostamos de fazer, seu talento se manifesta claramente e na leitura não é diferente. Quanto mais o aluno buscar leitura com temas do seu interesse, ele vai aos poucos lendo com mais disposição, e com mais facilidade vai passar a compreender e dar sentido ao que leu. Desta forma, nós professores, temos de tentar a todo o momento é conhecer os interesses dos alunos, e oferecer-lhes matérias e experiências de leitura capaz de mobilizá-los, criando assim nos nossos alunos motivos para ler e a consciência da importância e da necessidade de ler.
5.3. Avaliação crítica sobre as estratégias utilizadas pelos alunos para a realização da atividade:
• Por se tratar de temas escolhidos pelos próprios alunos, observamos que eles tinham um objetivo, trabalhavam com mais dinamismo, buscavam o material com bastante interesse e criatividade, liam com mais disposição o material pesquisado, e com muita facilidade compreendia o tema que seria abordado. Buscavam informações da professora sobre vários focos do tema escolhido pelo grupo, onde aproveitávamos para desenvolver a consciência da importância do ato ler, da compreensão e interpretação do texto, não só para apresentar um trabalho escolar, mais como fonte de informação e formação de um cidadão crítico. Os alunos usavam a tecnologia que tanto faz parte das suas vidas, como computador, internet, TV, DVD, slide criativos com fotos e conhecimentos dos temas relatados, como estratégias para melhor apresentar o resultado dos seus trabalhos.
5.4. Conclusão do professor referente ao planejamento, execução e avaliação da atividade:
•A partir de um bate papo com a turma onde apliquei a oficina (Os objetivos da leitura: As expectativas e escolhas de textos), observamos uma curiosidade muito grande da turma em conhecer mais sobre alguns temas que estavam sempre na mídia. A partir deste momento comecei a planejar a oficina TP4, proposta pelo gestar II, seção 2, no avançando na prática. Comecei a mobilização do trabalho refletindo com a turma o interesse de pesquisar e conhecer sobre os temas abordados nas nossas conversas. O processo de execução da oficina foi sugerido pelos alunos, após trabalho de pesquisa, produção de slide que culminaria com a apresentação oral dos grupos (seminário). O critério de avaliação baseou-se no desempenho quanto ao cumprimento da proposta, interesse, interação entre os grupos.
Relato de atividade da cursista- Vilma Cristina
GESTAR II
2009/2010 RELATO DE ATIVIDADE TP nº. 3
Formador: Rita de Cássia Rodrigues Souza
Data: 29/09/2009
1.Identificação do Cursista
Nome: Vilma Cristina Silva dos Santos
Polo: Itaberaba
Turma (no gestar): II
Escola: Colégio Estadual Liberdade
Disciplina: Língua Portuguesa
2. Dados realização
Escola: Colégio Estadual Liberdade
Série: 8ª Turma: G Nº de alunos: 44 Turno: Matutino
Nome da Atividade: Trabalhando com gêneros Textuais
TP: 3 Unidade: 10 Seção: 1 Pág.(s): 55 a 67
Nomes dos cinco alunos selecionados para a amostragem de desempenho na aprendizagem.
1. Andresa Batista Gomes
2 Carla Souza Alves
3. Dilvania Santos Sena
4. Jessika Andrade
5. Jordana da S. Pedreira
Tempo de realização: nº de aulas: 03 Quantidade de horas: 3h/aulas
Conteúdos trabalhados: Gênero Literário e Não Literário
Objetivos da atividade: Ajudar os alunos a reconhecer e caracterizar os gêneros literários e não literário.
Recursos utilizados: Jornais, textos xerocados, revistas, canetas, lápis, piloto, Lousa, máquina fotográfica.
Estratégias de organização espacial da sala de aula: Os alunos estavam divididos em grupos, sentados em círculos, entre cinco e seis alunos por grupos.
2.7. O professor solicitou dos alunos avaliação crítica, por escrito, da atividade realizada.
2.8. A apresentação da atividade escrita (relato) revela organização, clareza e objetividade do professor.
2.9. O professor tece uma avaliação crítica do desempenho apresentado pelos alunos, comentando as estratégias utilizadas por esses para o alcance do objetivo da proposta.
3 - Execução e avaliação da atividade
5.1. Desenvolvimento:
• Iniciamos as nossas atividades escrevendo na lousa os nomes: Gêneros textuais, gênero literário e não-literario.
• Abrimos um questionamento oral, como forma de verificarmos o domínio e o conhecimento prévio dos alunos sobre o que seriam textos literários e não-literários.
• Mediamos à dinâmica do “Abraço” como forma de integração entre os alunos e pedimos para juntar-se a cinco ou seis colegas que mais tinham afinidades. Desta forma, acreditamos que trabalhando em grupo, com os colegas afins, o trabalho flui positivamente, conscientizando da necessidade de trabalharmos também com os demais colegas, pois é uma ótima forma de trocarmos conhecimentos. Assim, formaram-se os oito grupos para a produção do trabalho.
• Foram distribuídos oito textos de gêneros literários e não-literários, entre eles: Classificado de jornais, Horóscopo, noticia de jornais, reportagem, anúncio e poemas. Cada grupo ficou com um texto. Os alunos fizeram à leitura dos textos, e em seguida produziu seus gêneros textuais de acordo o gênero trabalhado pelo o grupo.
• Na aula seguinte socializaram suas atividades e produções para a turma, explicando que tipo de gênero se tratava o seu trabalho, mostrando as características e identificando como gênero literário ou não literário.
5.2. Reflexões críticas do professor sobre a atividade desenvolvida:
• O trabalho com gênero Literário e não-literario foi prazeroso, percebemos um desenvolvimento na aprendizagem dos alunos. Sabemos que todo o processo de ensino-aprendizagem deve estimular a sensibilidade e a afetividade, o autoconhecimento, como forma de melhor predispor o aluno para a apropriação de conhecimento, tornando o estudo mais significativo, além de contribuir para o desenvolvimento do senso estético. A ênfase sobre gênero literário e não-literario se justifica pelo fato de considerarmos que esses textos favorecem a inferência, a percepção de subentendidos, a compreensão e interpretação dos jogos de palavras, as escolhas de linguagem que constroem estilos. Trabalhar com estes gêneros textuais são também estratégias de leitura que incentivam o hábito de ler como forma constante nas suas vidas, assim, construindo competências e habilidades na formação de bons leitores.
5.3. Avaliação crítica sobre as estratégias utilizadas pelos alunos para a realização da atividade:
• Observamos a participação dos alunos e a interação entre os membros dos grupos e percebemos bastante interesse, produzindo suas atividades de forma bem dinâmica. As estratégias que os alunos usaram foram interessantes, pois diagnosticamos que eles traziam assuntos trabalhados em outras disciplinas, como por exemplo, geografia e transformavam no tema do gênero textual que o seu grupo trabalhava. Neste momento sentimos uma interdisciplinaridade nas oficinas e que veio ajudar bastante a ampliar os conhecimentos dos alunos em relação a nossa proposta que é saber identificar um gênero literário do não literário.
5.4. Conclusão do professor referente ao planejamento, execução e avaliação da atividade:
•Quando estou planejando as minhas aulas de língua portuguesa, eu sempre penso em aula mais dinâmica possível, pois sabemos que o processo de ensino-aprendizagem deve estimular a sensibilidade e a afetividade dos nossos alunos, pois é a única forma para que eles possam participar das atividades, pois afinal, estamos no mundo da globalização e a internet está ai facilitando tudo para nossos alunos. Foi com este pensamento que planejei a oficina de gênero textual literário e não literário. Estes textos, com todos os seus estilos e jogos de palavras, favorecem bastante para o trabalho de leitura, interpretação e produção textual.
•A execução da oficina obteve um resultado muito bom, de forma dinâmica onde todos se envolveram com muita alegria e vontade de adquirir o conhecimento deste assunto.
•A partir da análise das produções textuais, do empenho dos alunos, da forma de apresentação dos grupos na socialização e discussão do trabalho, percebemos que os alunos conseguiram interpretar os textos e distinguir um gênero literário do não-literario, avaliando assim, a oficina TP3 de gêneros textuais como uma ótima estratégia para trabalhamos nas nossas aulas de língua portuguesa, obtendo bons resultados.
2009/2010 RELATO DE ATIVIDADE TP nº. 3
Formador: Rita de Cássia Rodrigues Souza
Data: 29/09/2009
1.Identificação do Cursista
Nome: Vilma Cristina Silva dos Santos
Polo: Itaberaba
Turma (no gestar): II
Escola: Colégio Estadual Liberdade
Disciplina: Língua Portuguesa
2. Dados realização
Escola: Colégio Estadual Liberdade
Série: 8ª Turma: G Nº de alunos: 44 Turno: Matutino
Nome da Atividade: Trabalhando com gêneros Textuais
TP: 3 Unidade: 10 Seção: 1 Pág.(s): 55 a 67
Nomes dos cinco alunos selecionados para a amostragem de desempenho na aprendizagem.
1. Andresa Batista Gomes
2 Carla Souza Alves
3. Dilvania Santos Sena
4. Jessika Andrade
5. Jordana da S. Pedreira
Tempo de realização: nº de aulas: 03 Quantidade de horas: 3h/aulas
Conteúdos trabalhados: Gênero Literário e Não Literário
Objetivos da atividade: Ajudar os alunos a reconhecer e caracterizar os gêneros literários e não literário.
Recursos utilizados: Jornais, textos xerocados, revistas, canetas, lápis, piloto, Lousa, máquina fotográfica.
Estratégias de organização espacial da sala de aula: Os alunos estavam divididos em grupos, sentados em círculos, entre cinco e seis alunos por grupos.
2.7. O professor solicitou dos alunos avaliação crítica, por escrito, da atividade realizada.
2.8. A apresentação da atividade escrita (relato) revela organização, clareza e objetividade do professor.
2.9. O professor tece uma avaliação crítica do desempenho apresentado pelos alunos, comentando as estratégias utilizadas por esses para o alcance do objetivo da proposta.
3 - Execução e avaliação da atividade
5.1. Desenvolvimento:
• Iniciamos as nossas atividades escrevendo na lousa os nomes: Gêneros textuais, gênero literário e não-literario.
• Abrimos um questionamento oral, como forma de verificarmos o domínio e o conhecimento prévio dos alunos sobre o que seriam textos literários e não-literários.
• Mediamos à dinâmica do “Abraço” como forma de integração entre os alunos e pedimos para juntar-se a cinco ou seis colegas que mais tinham afinidades. Desta forma, acreditamos que trabalhando em grupo, com os colegas afins, o trabalho flui positivamente, conscientizando da necessidade de trabalharmos também com os demais colegas, pois é uma ótima forma de trocarmos conhecimentos. Assim, formaram-se os oito grupos para a produção do trabalho.
• Foram distribuídos oito textos de gêneros literários e não-literários, entre eles: Classificado de jornais, Horóscopo, noticia de jornais, reportagem, anúncio e poemas. Cada grupo ficou com um texto. Os alunos fizeram à leitura dos textos, e em seguida produziu seus gêneros textuais de acordo o gênero trabalhado pelo o grupo.
• Na aula seguinte socializaram suas atividades e produções para a turma, explicando que tipo de gênero se tratava o seu trabalho, mostrando as características e identificando como gênero literário ou não literário.
5.2. Reflexões críticas do professor sobre a atividade desenvolvida:
• O trabalho com gênero Literário e não-literario foi prazeroso, percebemos um desenvolvimento na aprendizagem dos alunos. Sabemos que todo o processo de ensino-aprendizagem deve estimular a sensibilidade e a afetividade, o autoconhecimento, como forma de melhor predispor o aluno para a apropriação de conhecimento, tornando o estudo mais significativo, além de contribuir para o desenvolvimento do senso estético. A ênfase sobre gênero literário e não-literario se justifica pelo fato de considerarmos que esses textos favorecem a inferência, a percepção de subentendidos, a compreensão e interpretação dos jogos de palavras, as escolhas de linguagem que constroem estilos. Trabalhar com estes gêneros textuais são também estratégias de leitura que incentivam o hábito de ler como forma constante nas suas vidas, assim, construindo competências e habilidades na formação de bons leitores.
5.3. Avaliação crítica sobre as estratégias utilizadas pelos alunos para a realização da atividade:
• Observamos a participação dos alunos e a interação entre os membros dos grupos e percebemos bastante interesse, produzindo suas atividades de forma bem dinâmica. As estratégias que os alunos usaram foram interessantes, pois diagnosticamos que eles traziam assuntos trabalhados em outras disciplinas, como por exemplo, geografia e transformavam no tema do gênero textual que o seu grupo trabalhava. Neste momento sentimos uma interdisciplinaridade nas oficinas e que veio ajudar bastante a ampliar os conhecimentos dos alunos em relação a nossa proposta que é saber identificar um gênero literário do não literário.
5.4. Conclusão do professor referente ao planejamento, execução e avaliação da atividade:
•Quando estou planejando as minhas aulas de língua portuguesa, eu sempre penso em aula mais dinâmica possível, pois sabemos que o processo de ensino-aprendizagem deve estimular a sensibilidade e a afetividade dos nossos alunos, pois é a única forma para que eles possam participar das atividades, pois afinal, estamos no mundo da globalização e a internet está ai facilitando tudo para nossos alunos. Foi com este pensamento que planejei a oficina de gênero textual literário e não literário. Estes textos, com todos os seus estilos e jogos de palavras, favorecem bastante para o trabalho de leitura, interpretação e produção textual.
•A execução da oficina obteve um resultado muito bom, de forma dinâmica onde todos se envolveram com muita alegria e vontade de adquirir o conhecimento deste assunto.
•A partir da análise das produções textuais, do empenho dos alunos, da forma de apresentação dos grupos na socialização e discussão do trabalho, percebemos que os alunos conseguiram interpretar os textos e distinguir um gênero literário do não-literario, avaliando assim, a oficina TP3 de gêneros textuais como uma ótima estratégia para trabalhamos nas nossas aulas de língua portuguesa, obtendo bons resultados.
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
POEMA DE FERREIRA GULLAR
Traduzir-se
Uma parte de mim
é todo mundo:
outra parte é ninguém:
fundo sem fundo.
Uma parte de mim
é multidão:
outra parte estranheza
e solidão.
Uma parte de mim
pesa, pondera:
outra parte
delira.
Uma parte de mim
almoça e janta:
outra parte
se espanta.
Uma parte de mim
é permanente:
outra parte
se sabe de repente.
Uma parte de mim
é só vertigem:
outra parte,
linguagem.
Traduzir uma parte
na outra parte
— que é uma questão
de vida ou morte —
será arte?
Uma parte de mim
é todo mundo:
outra parte é ninguém:
fundo sem fundo.
Uma parte de mim
é multidão:
outra parte estranheza
e solidão.
Uma parte de mim
pesa, pondera:
outra parte
delira.
Uma parte de mim
almoça e janta:
outra parte
se espanta.
Uma parte de mim
é permanente:
outra parte
se sabe de repente.
Uma parte de mim
é só vertigem:
outra parte,
linguagem.
Traduzir uma parte
na outra parte
— que é uma questão
de vida ou morte —
será arte?
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
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